POBRE RENUNCIA

 

 

 

POBRE RENUNCIA

Carmem Siqueira

Não quero te querer como eu quero

Nem quero te esperar como eu  espero.

Pois quem espera uma desilusão?

Que culpa temos nós, de que o destino

nos unisse num golpe repentino

e me enchesse de amor o coração.

 

Recordarei teus beijos com saudade

daquele ingênuo amor da mocidade

de teu semblante pálido e tristonho.

Segue pois  querido outros caminhos

Eu ficarei nos meus, cheios de espinhos:

"Sonhando com este amor e vivendo deste sonho"

 

 

CASTELO DE SONHOS

 

 

 

 

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