ENTRE SONHOS E LAGRIMAS
 
 
     

 

 
     
 
 
 

 

 

ENTRE SONHOS E LAGRIMAS
 
 
ADEILDE MARQUES
 
 
 
São raros os lapsos
Da insanidade afã,
dos devaneios, dos sonhos,
Onde encontro os meios
De acalentar lá dentro do meu seio
O infinito Amor
Que dura, dura, jura,
Ira, cala, chora, quer, não quer.
 
 
E quando O encontro
E a esperança se transforma em desencanto,
vem o pranto.
 
 
Mas eu canto, canto
Para aliviar o coração
Para afastar a solidão,
E não morrer de amor.
 
Aracaju, 26/03/2004